Presidentes

2011

50 anos da eleição da Primeira Direcção da ARM

em Assembleia Geral.



Com esta publicação desejamos prestar homenagem a todos os que através dos tempos têm vindo a assumir a responsabilidade de manter viva a chama missionária.

 

José Francisco RodriguesAntónio José PaisanaJosé Roque PrataJosé João Soares Pacheco Joaquim Alves PereiraFrancisco Manuel da Costa AfonsoJosé Nereu dos Santos José Soares de AlmeidaJosé Nereu dos SantosAntónio José PaisanaJosé Maria Ribeiro NovoAntónio Sérgio Magalhães  António Moutinha RodriguesJosé Domingues Santos PoncianoSerafim Fidalgo dos ReisJoão Rodrigues GamboaJosé Domingues Santos Ponciano Fernando Manuel Costa Silva

 

Certamente que não escapará ao leitor atento o facto de haver um hiato de tempo nas Presidências de 1975 a 1978. E por isso é nossa obrigação dar um pequeno contributo informativo sobre esse facto para que a história da ARM não fique troncada e sem referências.


Em Maio de 1974, ano em que tudo se regia pelo entusiasmo da revolução de Abril, foi eleito em Assembleia Geral, presidente da ARM, José Soares de Almeida. Ao tempo, quem não se mostrasse progressista poderia ter grandes dissabores e por isso toda a gente se manifestava nesse sentido, nos mais diversos domínios e saberes. Os dirigentes associativos alinharam nessa teoria, cheios de belas, nobres e respeitáveis ideias. Só que as coisas não podiam ser tão lineares assim.

A ARM regia-se (e rege-se) por uns estatutos com ideais especiais de carácter social e missionário (somos: antigos alunos da Sociedade Missionária da Boa Nova), que nada tinham a ver com as políticas então apregoadas. E foi nessa onda entusiasta de modernismo que o jovem presidente alinhou, sem ponderar provavelmente as consequências que daí podiam vir. Pretendeu, naturalmente, dar novos rumos à nossa Associação para os quais nunca foi vocacionada. Para alterar os seus ideais tornava-se fundamental uma Assembleia Geral Extraordinária que aprovasse tal autorização, facto que nunca aconteceu.

Levantaram-se indignados, então, os da "Velha Guarda do Porto" e protestaram, porque não podiam aceitar os desvios que, consciente ou inconcientemente, se estavam a tentar levar a cabo.


Um grupo, constituido por José João Soares Pacheco, Mário Coelho Veiga, Albino dos Santos, Silvério Augusto Mota e outros, reuniu-se nos Carvalhos, Vila Nova de Gaia, em 1975 para darem a volta ao problema. Em Lisboa outro grupo liderado por José Nereu dos Santos fazia o mesmo e pouco a pouco e sem grande alarido se foi normalizando a situação. Mas não foi tarefa fácil.

Ao terminar o mandato do presidente em exercício, foram então criadas, a partir dos dois grupos de trabalho acima referidos, duas comissões de "Restauro" da ARM. Assumiram os seus destinos nos anos de 1976 a 1978, ano em que se realizou nova Assembleia Geral. Nesta foi, então, eleito Presidente da Direcção, José Nereu dos Santos, voltando tudo ao verdadeiro sentir dos seus associados.

 

 
 

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