Encontros Regionais

 

 

Os Encontros Regionais dos Armistas, que têm um impacto muito especial nas regiões onde se realizam, têm  força carismática para manter forte a chama missionária.



 

Econtro Regional do Porto

12-11-2017

MAIA 13/10/2017

INTIMAÇÃO:

"PELA PRESENTE, FICAM INTIMADOS TODOS OS ARMISTAS DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DA DELEGAÇÃO DE VALADARES, (QUE, RECORDA-SE, SE ESTENDE A TODOS OS LUGARES ONDE SE ENCONTREM  ACTUAIS E FUTUROS ARMISTAS), SEUS FAMILIARES E AMIGOS A COMPARECEREM NO SEMINÁRIO DE VALADARES, NO PRÓXIMO DIA 12 DE NOVEMBRO DO CORRENTE ANO, A FIM DE TOMAREM PARTE NAS SEGUINTES ACTIVIDADES:

10H30 - CONCENTRAÇÃO

11H00 - REUNIÃO GERAL

12H00 - CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

13H00 - ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO

15H00 - GRANDE E AFAMADO MAGUSTO, NO SÍTIO E COM AS SURPRESAS DO COSTUME

- ENCERRAMENTO.


PARA QUE TUDO CORRA PELO MELHOR, COMO DE COSTUME, PEDIMOS ENCARECIDAMENTE O FAVOR DE QUE, ATEMPADAMENTE, TODOS FAÇAM A RESPECTIVA INSCRIÇÃO PARA OS EGUINTES CONTACTOS:

SEMINÁRIO DE VALADARES - 227 151 250 e 936 627 756 (P. Jerónimo)

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SAUDAÇÕES ARMISTAS

a) DELEGAÇÃO DE VALADARES

 


 

 

 

Encontros Regionais de 2017

 

Encontro Regional de Lisboa

 


 

No dia 18 de novembro realizar-se-á o encontro de Lisboa.

Será na Igreja de S. João Baptista do Lumiar, com concentração no adro da mesma por volta das 10h30-11h, seguido de ensaio e missa às 11h30. O Almoço será no restaurante do Museu do Teatro (também no Lumiar).

Necessitamos que se  inscrevam com a maior brevidade possível, e no limite até ao dia 10 de novembro, junto do Armindo Henriques (tel. 96 644 79 55 ou e-mail:  Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ), ou comigo (tel. 93 777 60 17 ou e-mail:  Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ).

a) Fernando Costa e Silva


 

 

Encontro Regional de Trás-os-Montes

Miranda do Douro - 12-Agosto-2017

 

Grupo de Armistas Presentes

A DELEGAÇÃO REGIONAL DA ARM DA REGIÃO DE TRÁS-OS-MONTES

Levou a cabo no dia 12 de agosto de 2017 o encontro regional da ARM na cidade de Miranda do Douro com um total de 38 pessoas.

O nosso anfitrião – Artur Manuel Rodrigues Nunes – Presidente da Câmara de Miranda do Douro – recebeu-nos com a honra e dignidade que já há muito lhe reconhecemos.

Levou-nos aos Paços do Concelho e fez questão de usar a Capa de Honras Mirandesa onde nos deu as boas vindas e proporcionou-nos um dia inesquecível destes nossos encontros em terras mirandesas.

Presenteou-nos com uma recordação alusiva às terras e gentes mirandesas.

Depois encaminhou-nos para a Sé de Miranda do Douro ou edral de Miranda do Douro guiando-nos pelo museu da catedral onde explicou alguns restauros e nos fez a alusão ao Menino Jesus da Cartolinha.

O Exm.º e Reverendíssimo Superior Geral da SMBN – Padre Adelino Ascenso – não pôde, este ano, presentear-nos com a sua presença, mas atempadamente, deu a sua justificação. Não tivemos a presença de nenhum Padre da SMBN, mas não deixamos de fazer a celebração da Palavra com a participação e adesão voluntária e espontânea do Dr. António Cordeiro – advogado em Vimioso – ex-seminarista de Bragança e ordenado, recentemente, diácono pela diocese de Bragança.

O evento continuou com o almoço servido no restaurante Santa Cruz

E de seguida o nosso anfitrião encaminhou-nos a uma visita ao Museu da Terra de Miranda onde revivemos parte do nosso passado. Visita que recomendo.

Finalizamos o nosso encontro com um passeio no Cruzeiro Ambiental do Parque Natural das Arribas do Douro – pelo Douro acima e Douro abaixo – servido com um Porto de honra e uma exibição de aves de rapina no recinto do Parque Natural do Douro Internacional.

Obrigado ao António Padrão que, incansavelmente, coadjuvou o nosso anfitrião Artur Nunes e viabilizou com um grande êxito este encontro-confraternização.

Um bem-haja a todos os que puderam e quiseram estar presentes porque só assim é viável mantermos viva a chama que nos une, nos motiva e alenta. Obrigado também a todos os que não puderam estar presentes e que fizeram questão de justificar a sua ausência. O nosso Presidente da ARM – Fernando Silva - e demais membros da direcção não puderam também presentear-nos com a sua presença, mas atempadamente, a sua ausência foi justificada. A todos foi relevada a falta. Um abraço a todos.

 

a) Gabriel Carvalho

 

NOTA: Fotos enviadas.

 


 

Encontros Regionais de 2016

 

2016 - Cernache do Bonjardim


Realizou-se no passado dia 8, dia da Imaculada Conceição, no Seminário de Cernache do Bonjardim, mais um Encontro Regional da ARM-Antigos alunos da SMBN.

Depois da chegada de todos aqueles que quiseram participar, o encontro iniciou-se com a Missa ás 11.00h, celebrada pelo Sr. Pe. Amadeu, e concelebrada pelos Pe. Castro Afonso e Pe. Paulo Jorge (pároco de Cernache do Bonjardim). Seguiu-se a procissão percorrendo, como habitualmente, as ruas da vila, com regresso à igreja do Seminário.
Pelas 13.00 horas foi servido servido o almoço, seguindo-se uma revisita às camaratas, salas de estudo, biblioteca, à quinta e demais sítios, por onde passamos os nosso dias enquanto seminaristas.
Não faltou a habitual ida à Gruta e a foto junta à imagem da Imaculada Conceição, que fazia 25 anos da sua inauguração.
À SMBN e especialmente ao Sr. Pe. Amadeu, o nosso muito obrigado pela amabilidade com que sempre nos tem recebido.
a) Direcção da ARM

 


2016  - Lisboa


A Delegação de Lisboa levou a efeito o Encontro Anual no dia 19/11/2016 no complexo “Páteo Alfacinha”. O dia estava excelente, mostra que o S.Pedro continua a gostar da ARM.

Estiveram presentes 36 armistas e familiares em franco e fraterno convívio. Iniciou-se o encontro com a celebração da Eucaristia em sufrágio dos armistas já falecidos sendo de um modo particular recordados aqueles que nos deixaram no último ano (Pe. Firmino, Marinho Borges, Francisco Santos, José Manuel Teixeira, Aníbal Catarino, Albertino Pinto da Silva, Jaime Covas, Rui Miguel Neves, Pe. Luis Marques Ribeiro). Presidiu o Senhor Pe. Aires e concelebraram os senhores Padres Albino, Cesário e Kim Min. O “grupo coral” e animação musical da cerimónia esteve, e muito bem, sob a responsabilidade do Pisco da Cruz.

Seguiu-se a habitual sessão fotográfica e o repasto. As entradas servidas no terraço inferior acompanhadas de umas bebidas (com e sem chumbo) tornaram este momento propício à circulação, troca de cumprimentos e de palavras em ambiente aprazível e descontraído.

Após o almoço tiveram a palavra todos aqueles que quiseram passar alguma informação ou mensagem.

Foram dadas algumas informações sobre a SMBN e sobra a ARM.

No âmbito de “Um Sorriso para Ti” foi apresentado o projecto de ”REMODELAÇÃO DA ESCOLINHA MUKATITHI- Subida de telhados e construção de Alpendre” para Malema e que nos foi enviado pelo senhor Pe. Luis Figueiredo.

Pelas 16:30h começou a debandada. Entre despedidas notou-se alguma resistência em rumar a casa reiterando a prova do sadio interesse no Encontro”.

a) Santos Ponciano

 


 

2016 - Valadares


O Seminário da Boa Nova, em Valadares, acolheu hoje, dia 13 de Novembro de 2016, o Encontro Regional dos Armistas da grande Região do Porto. As perpectivas de comparências foram ultrapassadas. Logo pelas 9.30 horas da manhã começaram a chegar, curiosamente, os de mais longe. O dia esteve maravilhoso e o sol brindou-nos com o seu precioso calor, arrumando de vez com as nuvens que no dia anterior nos tinham apoquentado.

Com os cumprimentos mais efusivos, com abraços e beijinhos, Armistas e suas famílias com alegria se saudavam. Pelas 11.00 horas começou a habitual conferência, onde todos se manifestam e põem todas as suas opiniões em dia. Ao meio dia iniciou-se a Eucaristia comunitária, seguindo-se o almoço e confraternização.

Pelas 15.00 horas, o Senhor Padre Anselmo, por ocasião do seu último livro "DEUS RELIGIÕES (IN)FELICIDADE", fez uma palestra sob este tema, entusiasmou os presentes que, no final,  com perguntas e comentários animaram o evento.

Seguiu-se o programado magusto com jeropiga (e da boa!) prolongando-se o convívio até ao escurecer. Na despedida ficou a saudade e o desejo de novo encontro no próximo ano.

Para testemunho deste encontro aqui ficam algumas das muitas fotografias cedidas pelo repórteres de serviço, Armindo Henriques.

 

 


 

2016 -  Trás-os-Montes


Decorreu no dia 20 de agosto de 2016, em Macedo de Cavaleiros – no Convento de Balsamão, localizado na freguesia de Chacim – o Encontro regional a ARM – Região de Trás-os-Montes.

O encontro/convívio dos que puderam e quiseram aparecer foi muito agradável para todos. Foi manifesta a alegria estampada no rosto na hora da despedida. Este terminou por volta das 16:00 horas com os despedimentos de "um até já"  porque para alguns o regresso a casa era mesmo muito longe.

Mas registamos com agrado e satisfação a alegria e confraternização de todos os que fizeram gosto em marcar presença "fisica".  É evidente que compreendemos as ausências "fisicas" de outros armistas mas nem sempre nos é possível conciliar a azáfama do nosso dia a dia.

Realçamos com muito agrado e satisfação a presença do Senhor Superior Geral – Padre Adelino Ascenso – que muito nos honrou e constitui para nós um grande alento de entrega, determinação e continuidade. No uso da palavra o Senhor Superior Geral incentivou-nos a mantermos estes nossos encontros porque eles, com muitos ou poucos armistas, são sempre um ponto de encontro, onde recordamos, convivemos, confraternizamos e damos continuidade à nossa amizade tendo como elo de ligação da Sociedade Missionária da Boa Nova.

De igual modo realçamos com muito agrado e satisfação a presença da Direção da ARM, cuja presença foi para nós muito honrosa e determinante para, em conjunto, mantermos viva e acesa a chama que nos ilumina.

A Direção fez-se representar pelo armista Alfredo Henriques  e no uso da palavra atualizou-nos da atividade da ARM. Realço a presença do Senhor Padre Américo Henriques que nos presentou com a sua confraternização e foi para nós um testemunho vivo da sua evangelização e deixou bem vincada a sua satisfação.

O nosso encontro decorreu em conformidade com o agendamento previsto e divulgado pela Direção da ARM. Totalizamos 25 presenças e foi reconfortante o convívio proporcionado. Ver fotografias.

a) Gabriel Carvalho

 


 

2015 - Cernache do Bonjardim

 

Dia da Imaculada Conceição, 8 de Dezembro de 2015. Nesta data decorreu no Seminário de Cernache do Bonjardim, o Encontro Regional da ARM. Ali se concentraram dezenas de participantes, oriundos das Beiras, mas sobretudo da  região de Castelo Branco. Cernache do Bonjardim é o local mais apelativo de todos quantos por ali passaram na sua caminhada de vida pelos seminários da SMBN.

Os participantes e seus familiares começaram a chegar a partir das 10.00h. Ás 11.00h foi celebrada a Missa da Festividade da Imaculada Conceição, Padroeira da Sociedade Missionária da Boa Nova,  presidida pelo Rev.mo Sr. Pe. Amadeu, seguida de Procissão pelas ruas de Cernache do Bonjardim. Finda a procissão deu-se inicio ao almoço, no decorrer do qual foram prestadas algumas informações de interesse relevante para a ARM e SMBN.

À tarde, depois da foto da praxe, em frente à imagem exterior da Imaculada Conceição, foi feita uma visita ao Seminário, para reavivar as nossas memórias, à Gruta, e à quinta, locais muito ricos em recordações de oração e trabalho fundamentais na nossa formação. Despedidas com um até para o ano, visto que é nossa intenção repetir o encontro neste mesmo dia,  e regresso às nossas casas.
Tivemos uma participação bastante significativa de gerações mais novas, o que pode ser um bom sinal para o futuro próximo da ARM. Participaram cerca de 30 armistas. No entanto, o número total de pessoas foi de 60, contando com filhos, esposas e namoradas... Registamos as suas presenças numa sequência de imagens que podem ver.
À SMBN e ao Rev.mº Pe. Amadeu pelo excelente acolhimento que nos dispensaram em Cernache e pela sua grande generosidade, aqui deixamos os nossos sinceros agradecimentos.
a) A Direcção da ARM.

 


 

2015 - Valadares

No Seminário da Boa Nova, em Valadares, em 8 de Novembro de 2015, dia dos Seminários, realizou-se o tradicional Encontro Regional da ARM. Associação Regina Mundi, dos Antigos Alunos da Sociedade Missionária da Boa Nova. A este evento, apesar de se ter feito diversos apelos, não acorreram mais do que duas dezenas de participantes. Poucos, mas bons.

Fez-se um pequeno colóquio em que, por ausência do nosso Delegado que, por causa de acidente da esposa que a levou ao Hospital de Bragança, não pôde estar presente, o senhor Padre Jerónimo falou da presente situação da SMBN. Travou-se um agradável diálogo a que se juntaram-se algumas vozes entre as quais a do Presidente da ARM, tentando encontrar solucções para tais problemas.

Seguiu-se a Eucaristia, como sempre participada por todos e dum modo muito especial por um Armista de Gulpilhares, freguesia junto de Valadares, que no dia 8 de Dezembro vai ser ordenado Diácono na Sé-Catedral do Porto.

O almoço-convívio decorreu de forma agradável como habitualmente, ficando as anunciadas castanhas e jeropiga para o meio da tarde. Só que desta vez, por força do acidente acima registado, foi o Padre Zacarias o Bom da Fita, que à ultima hora as comprou em substituição do delegado regional, Francisco da Costa Andrade. As fotos do encontro.

 


2015 - CUCUJÃES

 

 

A Delegação Regional de Cucujães promoveu, em 25 de Outubro de 2015, um dia de encontro e convívio com todos os antigos alunos que passaram, durante algum tempo, por alguns seminários da Sociedade Missionária da Boa Nova. Marcaram presença cerca de30 armistas e familiares.

O ambiente foi de grande familiaridade e amizade. Não deixámos de recordar o nosso amigo P. Martinho, confiantes de que ele se encontrará já junto de Deus a interceder por nós.

 

As fotografias enviadas pelo Sérgio Cabral testemunham a presença , o convívio e a alegria dos que participaram neste evento.  Delas fizemos e publicamos, como habitualmente um vídeo, passando  a fazer parte da nossa história armista.


a) Sérgio Cabral

 


2015 - LISBOA

A malta de Lisboa fez festa no dia 17 de Outubro de 2015. O Dia Mundial das Missões foi o dia escolhido e reuniram-se, como habitualmente na Igreja do Santo Condestável, Campo de Ourique em Lisboa.
O Almoço foi no Museu Nacional do Teatro e da Dança (Lumiar). Fotos do Encontro.

Como sempre houve alegria e convívio entre todos, fazendo-se questão de que, para o próximo ano, este encontro seja  realizado num noutro ambiente também de muita dignidade.

 

 

 


 

 

2015 - Trás-os-Montes

Este encontro decorreu, em 22 de Agosto de 2015, no Convento de Balsamão (Chacim, Macedo de Cavaleiros), onde residem os padres Marianos da Imaculada Conceição, e contou com a presença do Superior Geral da SMBN, a Direção da ARM, os delegados regionais e cerca de 50 armistas.

Lembrando a História, esta Comunidade religiosa iniciou-se com o Venerável Frei Casimiro Wyszynski que chegou a Balsamão no dia 6 de Setembro de 1754, onde teve bom acolhimento da parte da comunidade dos Eremitas existentes neste Convento – A Congregação dos Barbadinhos de Nossa Senhora de Balsamão – pelo que pediram imediatamente ao Senhor Bispo para serem admitidos na Congregação dos Marianos.

Na habitual reunião de abertura, a primeira intervenção coube ao Superior Geral, Adelino Ascenso, que reconheceu o importantíssimo apoio que a ARM tem prestado não só à SMBN, mas também às comunidades que a SMBN tem à sua responsabilidade, nomeadamente, em Moçambique.
Tomou a palavra também o presidente da ARM, Fernando Silva, o delegado regional, Gabriel Carvalho, assim como muitos armistas ali presentes. As intervenções, de um modo geral, focaram-se no reconhecimento da importância da formação, recebida nos seminários da SMBN, que lhes proporcionaram ter uma visão do mundo e da vida diferente.
O encontro prosseguiu com a Eucaristia na belíssima Igreja desta comunidade religiosa e encerrou com o almoço, servido no restaurante do próprio convento. Desses momentos, muito agradáveis, aqui deixamos algumas fotografias, para memória futura.

a) Sérgio Cabral

 

 


 

 

2014 - Valadares

No dia 9 de Novembro realizou-se o Encontro Regional da ARM, no seminário de Valadares, (o tradicional encontro de S. Martinho), onde não faltaram as boas castanhas e a sempre agradável jeropiga.

Pelas 10.00 horas começaram a aparecer os primeiros dos cerca de quatro dezenas de participantes. Pelas 11.00 deu-se início à assembleia para actualização das notícias missionárias, sendo oradores o Presidente da ARM, Fernando Costa Silva, secundado pelo Delegado regional, Francisco Costa Andrade. De seguida deu-se a palavra ao Senhor Padre Jerónimo que pôs ao corrente toda a assembleia dos principais problemas da SMBN. Ao meio dia foi celebrada a Eucaristia, seguindo-se o Almoço convívio pelas 13.00 horas. Foi feita, segundo a tradição, a romagem à gruta, onde se rezou por todos  e por todas as intenções sem esquecer os nossos doentes.

As castanhas "quentinhas" apareceram pelas 16.00 horas, no habitual local, loja do Mestre (Padre) André, onde o Grupo de Trabalho se esmerou. Felizmente o tempo colaborou com os nossos desejos e a festa fez-se com alegria, proporcionando ao nosso convívio momentos de muita satisfação.

A Reportagem fotográfica.

 

 

 


 

 

2014 -  Lisboa

 

 

 

Em 18 de Outubro de 2014, realizou o Encontro Regional de Lisboa, começando na Igreja de Santo Condestável e acabando no Museu do Teatro com a partilha das novidades a começar pelas dificuldades de saúde de alguns armistas.

Convívio e alegria não faltaram. Deste encontro podem ver as fotos enviadas pelo Armista, Armindo Henriques.

 

 

 

 

 


 

 

2014 - Carção - Vimioso

Carção-Vimioso 2014Realizou-se no passado sábado, 23 de Agosto de  2014, em Carção (Vimioso) o tradicional Encontro Regional da ARM.

 

Das cerca de  60 presenças, gostaríamos de salientar as do Padre Aires de Nascimento, do Padre Albino e do Irmão Godinho da Sociedade Missionária.

 

Depois da recepção no Salão da Casa do Povo de Carção, seguiu-se a Assembleia Regional, com intervenções dos nossos “anfitriões”, Gabriel Carvalho e António Padrão, do Presidente da ARM e do Padre Albino, onde se expuseram algumas considerações acerca da Associação para o presente e para o seu futuro.

 

Seguiu-se a Missa, a visita ao Museu Regional de Carção onde escutamos um breve resumo da sua história. No Cemitério local rezamos pelos Armistas já falecidos.

 

Como é habitual seguiu-se o almoço, muito animado com histórias do passado à mistura.

 

As fotos envidas pelos repórteres de ocasião, Armindo Henriques e Sérgio Cabral ilustram alguns momentos vividos no encontro.

 

 

A Direção da ARM

 


 

2014 - Cucujães

Grupo de Armistas participantes
No passado dia 9 de Fevereiro de 2014 realizou-se o Encontro Regional de Cucujães. Apesar da insistência dos seus mentores a adesão não foi grande. O mau tempo desmotivou muitos dos habituais armistas que sempre têm respondido à chamada.

 

Algumas fotografias, gentilmente cedidas pelo Senhor Padre Albino dos Anjos.

 

 

 

 

 


 

 

Encontros de 2013


2013 - Valadares
Valadares - 2013

 

Em 10 de Novembro de 2013, no Seminário de Valadares realizou-se o tradicional Encontro Regional do  Porto. Compareceu um bom número de armistas e alguns convidados.

Realizou-se uma pequena assembleia num dos salões do Seminário para fazer o ponto da situação da vida missionária em Moçambique, onde as coisas não estão muito bem.Ao meio dia, tivemos a Missa comunitária seguida de almoço de confraternização, onde conviveram Padres, Alunos e Armistas. Algumas fotos documentam o encontro.

 

Pelas 15 horas, a convite da Direcção da ARM, o senhor Padre Anselmo Borges fez um resumo especial sobre o tema abordado no Colóquio Internacional de 12/13 de Outubro último: Deus ainda tem futuro?


Relativamente a este colóquio o Padre Anselmo prometeu-nos a publicação dum livro durante o próximo ano. Ficamos a aguardar.

 

 


 

2013 - Coimbra

 

Encontro Regional a 9 de Novembro de 2013.Apesar do tempo não ser convidativo, este encontro foi bastante participado, tendo os seus organizadores proporcionado uma visita turístico-cultural ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, fundado em 1283, que quase desapareceu com o assoreamento do rio Mondego, tendo sido objecto de uma profunda intervenção arqueológica. Esta requalificação veio valorizar de sobremaneira  o nosso património cultural.

No fim do almoço/convívio, que decorreu no restaurante "Alfredo", sedeado nas proximidades do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha,  realizou-se uma breve reunião,
onde o presidente da ARM, Santos Ponciano, informou os presentes sobre o projecto "Um Sorriso para Ti" e apresentou as ultimas notícias relativas à Sociedade Missionária.Participaram neste encontro 16 armistas e alguns familiares.

 


 

2013 - Encontro de Lisboa

Foto de Família

 

 

Em 19 de Outubro de 2013, como vem sendo hábito, realizou-se o tradicional encontro-convívio de Armistas daquela região. Compareceu um bom grupo, acompanhado de seus familiares e amigos.  Para lembrar o evento o Armindo Henriques e Teresa Ramalho autorizaram a publicação das suas fotografias, que aqui ficam ao vosso dispor.

 

 

 

 


 

2013 - Barcelos

Em 7 de Setembro de 2013 realizou-se em Barcelos a confraternização regional dos Armistas que, como já é habitual, foi muito participada.

O José Campinho, através do seu vídeo comentário, encheu-se de brio e coragem, subiu a fasquia da exigência e transformou este encontro numa maravilhosa visita cultural, turística e artística, arrastando todos os participantes a ver alguns lugares e aspectos muito característicos da região de Barcelos.

Este trabalho parece mesmo dum profissional em crescendo, que promete mais e melhor num futuro próximo. Vale a pena ver e ouvir a narrativa deste evento.

 

 

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2013 - Vimioso - Caçarelhos

Igreja Matriz de Caçarelhos

 

Sobre este acontecimento,Vimioso 17 de agosto de 2013, na falta de notícias concretas, como é já habitual, chamamos a vossa atenção para o excelente texto da autoria do nosso Querido Professor e Mestre Dr. P.e Aires do Nascimento, que publicamos na primeira página deste BLOG e abaixo reproduzimos,  sob o título "FELIZ REENCONTRO COM CAÇARELHOS".

Mesmo que não sejas de Caçarelhos ou até não conheças esta linda terra transmontana vais ficar por ela apaixonado depois de ler este sapientíssimo texto.
A reportagem fotográfica é da responsabilidade do nosso "Repórter", Armindo Henriques, que também lá esteve e nos deu esta samaritana ajuda.  Assim poderão ver e recordar.


Através do Presidente da ARM e da autoria de D. Maria de Lurdes Meirinho, esposa do Armista Manuel Anjos Meirinho, recebemos outro vídeo, com delicado sabor, do mesmo encontro, que vale a pena  ver e apreciar.

O nosso muito obrigado pela sua oferta e autorização de publicação no nosso Blog e no Portal da ARM-SMBN.

 

FELIZ REENCONTRO COM CAÇARELHOS


Caçarelhos: lugar de encontro

Terreiro da Feira

Também lá estive em 17 de Agosto de 2013: mesmo que não esteja na fotografia oficial (atraso de quem se demora, para um olhar mais alargado que outros dispensaram…). Lá estive; podia escrever, como N. Poussin, In Arcadia ego, mas de pintor apenas o que guardo na memória. Que Caçarelhos seja zona de encantos já Camilo Castelo Branco o celebrou para aí colocar o seu herói da Queda de um anjo, Calisto Elói, nome retumbante que simplifico, mas que ficou para não deixar fugir um inimigo, de seu nome A. Aires de Gouveia. Lembram-se? Um bom amigo, que sabe de letras, a meu lado à mesa do almoço, puxou de uma edição dessa obra para zurzir a responsável e eu atalhei pedindo benevolência: Maria de Santa Cruz nasceu em terras distantes, em Moçambique, eu tive-a como colega na Faculdade de Letras de Lisboa, mas, descuidadamente escreveu que Caçarelhos era produto de imaginação…; leia-se, antes, que subiu a local literário quando serviu a Camilo para colocar um seu inimigo de estimação nos confins do mundo, a vociferar nas arribas do Douro, treinando a voz, que se tornara temível no Parlamento, embora oca de conteúdos…

Fui pela segunda vez a Caçarelhos, para corresponder a convite de amigos e sobretudo por insistência do Armindo e da São, que programaram a viagem e tudo fizeram para que às 10,00 horas em ponto, nesse sábado de 17 de Agosto de 2013, depois de um percurso longo, estivéssemos na Praça da Feira: o nome recente não pode esquecer o antigo que era o de Terreiro da Feira de outros tempos. Também os nomes vão mudando, mas há que recuperá-los na sua genuinidade, porque ali chegavam homens das vizinhanças com as suas mercadorias para fazerem trocas e experimentar qualidades de produtos… Em algum lado encontrei que o nome de Caçarelhos significa lugar em que se fala sem obrigação de dizer muita coisa, mas isso era lá para outros sítios: aqui ninguém gostaria de ser conhecido por isso, mas, se é para tagarelar, não seja para perder tempo, antes para ir construindo a vida, pois na palavra o coração do homem se manifesta, transfigurando-se, se necessário, quando há algo que se vive e se partilha. Os habitantes preferem explicar o nome da sua terra como formado de Casa + relhos, que significaria “povoado de pequenas casas, sem grande préstimo”: isto de etimologias em toponímia é complexo, mas a sabedoria popular sabe tirar do fundo das memórias coisas novas e velhas…, enquanto outros contrapõem que o nome se explicaria pela negação que os vizinhos teriam dito aos enviados do rei para os obrigar a pagar em coelhos o tributo: se é para isso, fossem eles caçá-los (caçar – ellos). Duas formas de olhar para a vida (uma revendo o que há em torno de nós, outra lançando uma ironia a quem chega para nos tirar a pele). Seja como for, estamos em terras de Miranda e há resquícios de falares locais, pois de tempos idos subsiste uma cunha dialectal de língua leonesa; embora recentemente tenha eu apresentado a público a tradução mirandesa dos Evangelhos feita por Amadeu Ferreira, não me sinto à vontade para entrar pelos segredos da língua e da sua história: confio-me à ciência de J. G. Herculano de Carvalho, que, no seu saber de dialectos, me garante que o linguajar daquela zona se deve a influências dos mosteiros de León, em especial Moreruela e Castanheda / Castanheira – num tempo em que os bispos de Braga deixavam a outros as responsabilidades de catequese e de assistência pastoral, para uma vez ou outra se aproximarem do planalto mirandês – quem seja capaz de ler a Vita S. Geraldi, em latim, anote como nem por estarem longe, o santo arcebispo de Braga esquecia aquela gentes (para o dialecto mirandês, não deixe de consultar J. H. Herculano de Carvalho, Estudos Linguísticos, Lisboa, Verbo, 1964, mas alargar conhecimentos pelo que escreveu J. Leite Vasconcelos, pois por aí há que começar).

Era uma manhã de sol estival; a viagem deu direito a passar por Palhais, em casa de minha irmã, e a tomar descanso em Balsamão – onde conversámos com António Marcos, que acabara de ter mais uma sessão de hemodiálise e tinha obrigação de descansar, pelo que não nos poderia acompanhar. Fomos dos primeiros a chegar: certos como os ponteiros do relógio, não tocámos o sino porque não nos pertencia acordar quem estava e nós não éramos convidados para interromper-lhes o sossego. Deambulámos por ali à espera de outros; já com o Superior Geral da SM, entrámos na “terra dos vivos” que foram “à nossa frente” e procurámos alguém mais conhecido. Hoje ninguém parece vizinho de ninguém e por isso, quando (após as saudações rituais na Casa de Caçarelhos) viemos à igreja, os que lá estavam a desmontar o andor principal, que servira na procissão da Senhora de Agosto, desapareceram depressa, sabendo que vínhamos de fora.

A missa era nossa? Não teriam os outros direito a perguntar pelas nossas razões de fé para entrarmos em local que era deles? Não quiseram inquietar-nos: a licença estava concedida certamente por autoridade competente, mas teríamos ficado todos mais ricos com algum outro gesto de intercâmbio, já que levávamos na alma rostos de pessoas que dali haviam partido e nos haviam falado muitas vezes daquele lugar… Ou andarão esquecidos?
Não era a primeira vez que eu chegava a Caçarelhos: há três anos ali fora, fugindo à vigilância solícita das autoridades que dirigiam a concentração em Vimioso; esgueirara-me eu, com a mesma companhia de agora, pois, estando em terras cujos nomes eu conhecia de há muito tempo, não podia deixar de andar pelos terrenos de quem era vivo para mim: Caçarelhos, Genísio, São Joanico, Vilar Seco, Campo de Víboras, Pinelo, Carção… tantos nomes que eu trazia comigo e por toda a parte me pareciam animados por alguém que se cruzara no meu caminho.

Não sei quando o nome de Caçarelhos soou aos meus ouvidos pela primeira vez: o Agostinho (Rodrigues) ia uns anos à minha frente, mas a sua voz enchia uma casa que tivesse coração e haveria de ser para mim um arrimo em horas mais adiantadas; os dois irmãos eram mais próximos: o Raul (Moreno e também Rodrigues) levava-me dois anos de curso; o Alfredo, o terceiro irmão, haveria de ajudar ao reconhecimento, logo que eu ganhasse dimensão para o descobrir dois anos atrás de mim. O Fernando Eiras, que ia também adiante e viera das terras angolanas, mas ali tinha família, haveria de ser bom companheiro de trabalho, em Tomar, quando ali preparámos as duas primeiras levas de alunos que iriam mostrar ao liceu oficial que nos Seminários também se estudava a sério (isto em 1963-64 e 1964-65). O Justino haveria de ficar um tanto longe de mim, mas agora marquei-lhe falta na reunião (foi por bem, certamente, pois não esquece obrigações maiores). Houve outros, mas a idade e as ocupações distanciaram-nos, até que uma boa causa nos juntou ali, neste verão tórrido de 2013.

Em algum momento, o Fernando Eiras me contou que os três da família Moreno, que eu conhecera, tinham recebido uma educação esmerada, pois a mãe deles era professora primária – competentíssima; depois disseram-me outros companheiros que eles tinham um tio, muito prendado para coisas de língua portuguesa e por isso não era de admirar que eles, que saíam aos seus, fossem dados à escrita, às vezes à poesia… De facto, alguém (já não sei onde) mostrou-me um dia o “Dicionário Complementar da Língua Portuguesa” de Augusto Moreno, de capa azul, como o céu: alargava assim os meus conhecimentos e coloquei-o então no elenco da área da lexicologia / lexicografia, pois antes apenas me ficava à mão o “Dicionário de Português” de Francisco Torrinha (que me tinha chegado em constelação, pois o Dicionário de Latim-Português fazia parte da minha mobília desde os 10 anos, no 1º ano, em Tomar, e o Dicionário de Português-Latim chegaria no 3º ano, em Cernache do Bonjardim); algumas vezes lá voltarei ao Moreno e ao Torrinha, quando as obrigações na Academia das Ciências de Lisboa me chamarem a discutir e a rever, com alterações, o polémico e discutidíssimo Dicionário da Academia das Ciências (terá de ser, por dever de ofício…). Augusto Moreno (sei-o hoje) nascera longe, em Lagoaça, para os lados de Freixo-de-Espada-à-Cinta; talvez nunca tenha vivido em Caçarelhos, mas os deveres de ofício das mudanças de terra por parte dos professores primários, levou seu irmão, com a família até ao planalto mirandês.

Menina tocando Gaita de Foles

Alguns dos possíveis habitantes, que ainda restam numa terra que os foi perdendo, havíamos de encontrá-los, horas mais tarde, quando na “Taberna Mourisca” se abrissem as mesas e se ouvisse a gaita-de-foles, em plano superior ao da piscina, onde apetecia dar um mergulho. Mas, nesse momento, já eu me atrasara, quase irremediavelmente e, sem reparar que entrava em territórios de outrem, com direitos familiares adquiridos, corri o risco de abusar da gentileza de quem me servia um copo de água e me dava uma cadeira para me sentar e insistentemente me convidava a entrar na posta mirandesa de que todos estavam já servidos – não entendera eu que me quedava fora do lugar dos comensais do Grupo da ARM; aí ficaria (com uma bonomia familiar que não esquecerei) se não fosse o Gabriel vir lembrar-me que as ovelhas do redil se tinham refugiado na sombra amiga do grande casarão da Casa de Caçarelhos.

Este fora alugado para parecer um vasto salão de Seminário, com mesas redondas, à volta das quais as cadeiras convidavam ao convívio e ao repasto de todos os que chegaram de longe (eu incluído, por amável deferência dos organizadores).   O tempo em Caçarelhos fora curto na primeira visita, pois às 11,00 horas havia missa marcada em Vimioso para um leque de gente da ARM que não quisera faltar à chamada da companhia; acabaria eu por ficar com a responsabilidade de presidir à eucaristia, quando o lugar devia pertencer ao P.e Firmino João ou ao Cónego Amado, que recusaram o que lhes pertencia por mérito…
Foi escasso o tempo também desta vez, mas andei com passo mais lento, para rever o que da primeira vez me ficara só na retina de uma igreja onde quase só retivera uma conversa breve com uma senhora que preparava o andor para a festa da freguesia… Agora, dava-se a situação inversa: quando entrei na igreja, os mordomos (eles e elas) acabavam de desmontar o andor da festa que andara pelo Terreiro da Feira nos dias anteriores, para festejar a Senhora de Agosto. Ainda ficava armado o andor da Senhora de Fátima, mas para mim (habituado a olhar na distância do tempo) interessava-me buscar o que fosse mais característico do que fora cultivado em terras mirandesas. Sim, sabia, de há muito, que também Caçarelhos ficava no aro da língua mirandesa, mas a eficiência da escola primária tornara a língua comum bem centro das atenções e as diferenças até serviam para avivar o culto dessa língua de todos. De leituras esparsas (o documento, se me não engano, foi aproveitado pela Historia da Igreja de Fortunato de Almeida), constava-me que em 1320, ao tempo de D. Dinis, havia aqui uma freguesia (conjunto de filigreses – filii ecclesiae), com capacidade de sustentar um abade, que era de apresentação episcopal do bispo de Miranda, mas a terra tinha alguma autonomia, pois gozava de um “justiça” que zelava pela ordem entre os vizinhos: a população chegou a atingir umas 800 almas, mas a miragem de terras mais propícias levara muita gente para longe, até ao Brasil, no séc. XIX – hoje as casas vão-se inclinando, os telhados ficam abaulados e só alguns mais afortunados se resolvem a impor a sua vontade à natureza para que não seja a única a vigorar: 270 vizinhos, se são verdadeiras as estatísticas, é, apesar de tudo, um número de algum vulto na escassez da paisagem humana portuguesa que só de vez em quando se anima para reviver memórias a fim que elas se não percam.

Entrei na igreja e fui caminhando lentamente, pois poucos eram os que comigo se tinham adiantado: as dimensões pareciam-me agora maiores que da primeira vez, sentia mais luz no interior e as imagens acenavam-me com maior afecto – pelo menos assim me parecia, pois agora despertavam-me memórias e levavam-me a buscar-lhes identidade.

Depois da eucaristia (rezada em tempo contado e sem outra melodia que a do tom normal), senti-me obrigado a alguma demora: por premência do tempo (como o de qualquer turista – que eu não queria ser), não o teria feito, se o Firmino Falcão (ou foi o Padrão? – não importa, foi um deles e o Almendra andava por perto) não me puxasse atrás e não me retivesse com algumas questões. Quase fui apanhado de surpresa, mas não podia deixar sem uma tentativa de resposta quem amavelmente em meu favor presumia de algum saber – vanitas vanitatum, já lamentava o sábio das Escrituras, mas a um juiz tem de responder-se (era o caso)…Padre Agostinho Rodrigues

Foi assim que me detive na contemplação da igreja de Caçarelhos e das imagens que a adornam.

Três anos antes, tinha eu ido à procura dos “santos” que ali tinham começado a viver: e tenho bem na memória as palavras que uma senhora, cujo nome não recordo, me disse a respeito do P.e Agostinho Rodrigues: foram palavras de veneração e respeito que me puseram os olhos em lágrimas e não as escrevo senão toldado no rosto; sabendo da doença que o minava, ele quis levar ali uma pequena estampa religiosa de despedida e fizera questão de a entregar pessoalmente a cada uma das pessoas da sua terra, antes de partir para o Brasil, onde iria também ter com a irmã, que foi a última a acompanhá-lo quando a peregrinação na terra terminara.

Agora, eu quereria ficar ali sozinho, a ouvir os ecos das últimas palavras do P.e Agostinho, mas fui levado para as imagens que ele por certo admirou e sobre as quais nunca tivemos ocasião de dialogar…

Serviu-me agora de interlocutor o Falcão: terei de pedir a alguém uma fotografia individual de cada uma dessas imagens, espalhadas pelos diversos altares para melhor voltar a elas – aos poucos, vou passando dos livros às imagens e já quase me habituei a ultrapassar o texto, de formato rectangular, para o marcar com imagens que interpelam de imediato (alguém me fez reparo de assim ter procedido no livro Nuno de Santa Maria, mas parece-me que já não tenho emenda…).

S. Pedro da Caçarelhos

No topo do altar-mor, a imagem de S. Pedro, padroeiro da terra – São Pedro de Caçarelhos, a replicar o padroeiro de Miranda: o emblema da tiara pontifícia, mais acima, não enganava; na imagem, as cores são vivas e deixam transparecer o cuidado de limpeza, mas teria apreciado que alguém me dissesse a data da introdução da pequena estátua (pequena, para quem a olha na distância); a data fixada na entrada da igreja leva-me ao séc. XVI, 1577; as pedras das paredes confirmam a idade, mas parecem-me bem perfiladas, sem precisarem de ser endireitadas nos arranjos que recentemente deram à igreja (julgo que em 2012); por outra parte, reparei em algumas inscrições, avivadas a tinta, para testemunhar que os párocos, apresentados pelo bispo para haver quem se ocupasse da assistência espiritual em terra regalenga, foram solícitos em garantir os seus serviços e demonstraram que cumpriam com zelo a sua missão.   Chamou-me a atenção a imagem de S. Pedro com os seus atributos: as chaves (do reino dos céus, por certo) estão na mão esquerda, o olhar sobe ao céu, mas aos pés, no lado direito, está um galo, de goela levantada, lançando para o ar a alvorada; mas não é a angústia do santo que se deduz da imagem, pois julgo descortinar felicidade que prefere celebrar a felicidade de estar com Cristo (que o resgatou da angústia do remorso – fui à procura de outras representações: os pintores preferiram a dor do apóstolo; ora, há a alegria do Ressuscitado a anunciar e Pedro, que andara com as redes, não ficou enredado nelas nem em si mesmo).

 

Menino Jesus

Desci o olhar. Do lado mais nobre do altar, que agora parece ser o da (nossa) direita (quando antes era o da nossa esquerda, por ser aí o lado do Evangelho), está um Menino Jesus: numa vara erguida na mão esquerda, uma pomba! Primeira interrogação: representação do Espírito Santo? Fiz uma pausa e recuei: a primeira expressão física do Espírito Santo apenas acontece quando Jesus, prestes a iniciar a sua vida pública, se aproxima de João Baptista, que estava a pregar no Jordão; andaria Ele, pelos trinta anos e por isso a correlação não é apropriada para a imagem que se me deparava. Num repente, vem-me à mente um passo dos Evangelhos Apócrifos da Infância de Jesus – que quase desprezara em tempos (aprendi com o tempo a ter formas de leitura mais abrangente). Não o tinha à mão nenhuma edição, mas recuperei facilmente o texto, depois de buscar a fonte: era Jesus ainda criança, por volta dos cinco anos, e andava a brincar junto de um ribeiro; fez correr um pouco de água para uma poça, juntou-lhe barro, modelou-o em forma de passarinho e pô-lo a voar; foram dizer a José que era inconcebível o que acontecera: estavam em dia de sábado e era proibido trabalhar nesse dia, mas Jesus parecia divertir-se em trabalhos de barro; José, homem justo, sentiu-se obrigado a intervir para pôr termo ao que não era mais que um divertimento. Noutro passo, que vem na Vida de Jesus em árabe, parágrafo 24, a cena repete-se e alarga-se: “Tinha Jesus sete anos; certo dia andava com crianças da mesma idade, todos eles entretidos a fazerem bonecos de barro, moldando burros, bois, pássaros e coisas do mesmo jaez; cada um defendia a sua obra, procurando encarecer o seu trabalho; então Jesus voltou-se para os outros meninos e confessou: quanto a mim seria capaz de dizer às figuras que moldei que ganhassem andamento. As crianças, surpreendidas, perguntaram-lhe se Ele era filho do Criador. Sem mais, Jesus deu ordem aos bonecos para se porem em andamento e os animais imediatamente se foram e, quando lhes deu ordem de voltar, eles voltaram; fez também figuras de passarinhos: quando lhes dava ordem de voar, voavam, e pousavam quando ele assim ordenava; se lhes apresentava de comer e de beber, comiam e bebiam. As crianças foram contar estas coisas aos pais, mas eles assustaram-se e diziam-lhes: «cuidado, meninos; nada de andar com ele, pois faz bruxarias; fugir dele e andar longe; de agora em diante, não brinqueis mais com ele»”.

A imagem de Caçarelhos tem aqui plena correspondência. Quem trouxe para ali aquela imagem? Alguém que sabia ensinar às crianças a simplicidade do Menino que amava a natureza… Talvez por ali passasse o catecismo, simples e ingénuo. Quem nunca gostou de ter uma avezinha na mão e lançá-la a voar?
Logo a seguir deparo com outra imagem do Menino Deus, senhor do Mundo: não é o Menino Jesus de Praga (esse, talvez de origem espanhola - dizem), que em Miranda, na catedral, é o Menino Jesus da cartolinha (Niño Jesus de la Cartolica, na linguagem da terra), vestido de general ou de oficial da Guarda Republicana (o Dr. Rui Pereira, ministro, para ali trouxe mais essa novidade); mais simples e sem adornos, o Senhor do Mundo de Caçarelhos empunha uma cruz (simbólica), que o identifica como Salvador, na figuração de uma criança, em vestido de azul-celeste, sustentando o mundo que levanta com graciosidade. Não me demorei ali, mas o Menino da cartolinha tem traços franceses, que chegaram em iconografia do tempo do rei D. João V: há nele traços barrocos, com aproximação ao quotidiano burguês e festivo que até nas aldeias se apreciava – acabo de ver em Vilar de Frades, junto a Barcelos, uma Sagrada Família que tem um Menino levado pela mão de Maria; não dispensam cada uma das três personagens o seu chapéu de festa… Fizeram-no soldado em Miranda? Coisas de se ajustar à defesa da terra, quando os franceses bateram à porta, respondendo-lhes com disfarce que eles eram capazes de interpretar.


De figuração parecida é uma Menina que fica quase em frente, ainda na capela-mor, antes do arco do cruzeiro; detive-me nela: não havia que enganar, pois, vestida de azul, até aos pés, estes calcam uma serpente; é a Virgem Maria, ainda Menina, na sua qualidade de Imaculada Conceição, aquela que, porque destinada a Mãe de Deus, desde a sua concepção foi imaculada e livre de pecado. Porque haveríamos de nos fixar na Imaculada de Murillo, mulher feita e olhando para o Alto, ou na Mulher forte, como a que está na igreja de Cernache de Bonjardim?
Quero entender que quem traçou o projecto iconográfico da igreja de Caçarelhos tinha afeição às crianças e sabia cativá-las com as pequenas imagens que foi colocando nas paredes da igreja.

Voltei atrás para identificar na esquerda do altar-mor (antigo lado do Evangelho) a imagem do bispo que aí se encontra: tem mitra, os outros traços não são claros; diz-me o meu ajudante-interlocutor que é conhecida por Santo Amaro… Não me acudiram reparos de maior, mas mesmo ajudado pela prevenção que me adiantou o nome, senti-me indeciso em identificar o santo, pois a iconografia e os atributos são incertos: é dado por uns como companheiro de S. Bento, mas confundem-no outros, dizendo alguns que, como rezam legendas hispânicas (que eu publiquei), andou em busca do lugar do Paraíso na Terra; na contaminação dos atributos, dizem-no eremita (a ele dedicando capelas que alternavam com a de Santo Antão), mas outros fazem-no protector dos aleijados (que precisam de muletas para se deslocar); à distância em que me ficava a imagem, não soube classificar o tipo de mitra nem perceber se os braços estavam amputados (para significar a protecção que lhe caberia garantir) ou se era simples fingimento para evitar que no transporte da imagem elas fossem molestadas.

Porque o tempo urgia, descemos para o corpo da igreja e aí outras imagens me vinham ao encontro. Do lado direito de que estava voltado para o altar, era fácil identificar Santa Bárbara, no esplendor da sua força para garantir protecção contra os trovões – um emblema na base do seu altar deixava entender que a santa está ali de origem; em algum momento terá ficado acompanhada de S. Sebastião, cravejado de setas: o medo das trovoadas (de que Santa Bárbara protegia) deve ter-se misturado com o pavor das pestes (de que se encarregava S. Sebastião).

Do lado oposto, um outro altar é dedicada a uma Senhora, de roca, a quem alguém, à falta de melhor entendimento, colocou um terço branco nas mãos; ora, a posição dos braços, afastados em atitude de acolhimento, levar-me-ia a interpretar de outra maneira: não tem características de Senhora da Saúde ou de Senhora da Ajuda, mas poderia ser a Senhora da Confiança (bem gostaria eu de saber como a invocavam os vizinhos de Caçarelhos)…  No corpo da igreja, o altar do Coração de Jesus apresenta uma imagem vigorosa; o matiz dourado aponta para idade relativamente antiga: não pude deixar de voltar os olhos para a porta do sacrário para me certificar que o coração ali gravado remetia para essa imagem ou que uma era reflexo de outra e concluía, em reflexão pessoal, que esta imagem se reportava ao sacramento eucarístico, onde o coração tudo explica.

Havia mais altares: um era o do Calvário, em que se mantém a imagem da Virgem Dolorosa; fiquei com a impressão que faltava a imagem de João Evangelista para que o conjunto tradicional ficasse completo. Logo alguém, muito solícito, me lembrou que talvez tivesse desaparecido por algum desacato; outro dos meus companheiros reclamava contra o descaso de pequenas outras imagens estarem expostas à mesma situação, mas logo o meu interlocutor mais directo atalhou que a igreja não estava ao desamparo e havia quem dela cuidasse com esmero e vigilância…   Sem grandes prevenções nem certezas, mas com alguma curiosidade, fixei-me num fresco que tinha deixado para trás, perante o apagamento de alguns traços: a custo, julgo ter divisado as linhas de um painel central e de um elenco de quadros da vida de Cristo na bordadura: no painel central, julgo ter razões para identificar a aleitação (mística) de S. Bernardo na aparição de Nossa Senhora acompanhada do Menino; o esguicho identificador apagou-se, mas o êxtase do santo (de hábito cisterciense e quase a cair para o lado) não oferece dúvida e a orientação do olhar também estava à vista: só falta verificar se por ali ficou algum traço da oração do santo – monstra te esse matrem do Ave Maris stella, cuja melodia nos deliciava em tempos, diante da gruta de Nossa Senhora, e daria gosto repetir ali (oh se dava…). O elenco dos pequenos quadros pode ser o dos mistérios do rosário (haveria que confirmá-lo), mas acompanha bem o versículo que mereceu ao santo a demonstração maternal de Maria (assim se crê que Maria correspondeu ao repto com monstra te esse filium).
Aquele quadro deveria ter paralelo na parede oposta (junto ao altar de Santa Bárbara), mas os traços estão de tal modo sumidos que não tive coragem de arriscar qualquer hipótese que ali servisse de ajuda a quem ali voltar; não excluiria, no entanto, que o fresco mal divisado mereceria restauro, se fosse ainda possível fazê-lo…

Enfim, foi rápida a visita e o meu ritmo não tinha que ser o dos outros: teria gostado que fosse mais intenso o meu olhar e que os afectos que ali me levavam fossem aprofundados na recordação de antigos dias partilhados com alguém que dali partira e ficara indelevelmente ligado a mim e a outros.  
Também para isso serve a ARM: descobrirmos as riquezas que há espalhadas pelas nossas terras e que muitas vezes não vieram à mesa comum – nesta serviam-se saberes e sabores mais elaborados, certamente; na tarde da vida, vale a pena acolhermo-nos à sombra das igrejas que serviram de berço na fé a muitos daqueles que encontrámos em vida comum, na Sociedade Missionária. Todos teremos algum pouco a partilhar e muito a aprender.

Lisboa, a 19 de Agosto de 2013.

a)Aires A. Nascimento

 

 

 

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2013 - Cucujães

 


Foto de Família

 

Em 13 de Janeiro de 2013 realizou-se o Encontro Regional de Cucujães. Como

habitualmente houve alegria e convívio. Mas sobre isto vamos aguardar que o repórter de serviço envie a sua crónica.

Todas as fotografias tiradas durante o encontro e gentilmente cedidas pelo nosso colega

armista António Gomes Onofre estão aqui ao vosso dispor para relembrarem Os momentos vividos.

 

 

 


 

Encontros  de 2012


2012 - Bragança

Grupo de Armistas- Bragança 2012

Grupo de Armistas em Bragança

Realizou-se no dia 27 de Outubro de 2012 o Encontro Regional de Bragança, que teve lugar em Bragança.

Um resumo dos acontecimentos poderá vir a ser aqui publicado.

Para já temos como certa a reportagem fotográfica, que nos acaba de ser enviada pelo Armista, Gabriel dos Santos Carvalho, que poderão ver - Aqui

 



2012 - Coimbra

 

No passado dia 10 de Novembro de 2012, realizou-se, como vem sendo hábito, em Coimbra o Encontro Regional da ARM.

Grupo de Armistas - Lisboa 2012

Realizou-se no dia 20 de Outubro de 2012 o encontro regional de Lisboa:

Juntamos fotografias, cedidas pelo Armindo Henriques. - Vejam


2012 - Barcelos/Remelhe

O encontro deste ano foi realizado em Remelhe no dia 14 de Julho..

O Torres tinha oferecido a «Casa da Torre» como ponto de encontro e de convívio, mas, porque «nem só de pão vive o homem», antes de nos sentarmos à mesa, que haveria de se revelar surpreendentemente farta e variada, fomos visitar outras “casas”…

Altar da Capela de S. Tiago

Começámos pela Capela de S. Tiago, agora restaurada, aquela que foi a «Catedral do Exílio» de D. António Barroso, como de modo muito sugestivo lhe chamou o Rev.do Pe. José Adílio, Pároco de Remelhe, na lição de história que nos deu, depois de entusiasticamente ter aceitado ser nosso guia, nesta romagem de memória…

Subimos, depois, ao espaço onde, em 5 de Novembro de 1845, nasceu o menino que se haveria de tornar no cidadão mais ilustre de Remelhe e num dos missionários mais famosos de todos os tempos…

E, finalmente, explorámos a casa onde D. António, enquanto Bispo do Porto, se refugiava para curtos períodos de descanso e visitas à família e onde passou três longos anos de um dos exílios a que foi condenado… Aí foi possível ver ainda o catre em que dormiu, a secretária em que trabalhou, as cadeiras em que se sentaram os muitos que o visitavam, a mesa em que partilhou refeições, alguns objetos pessoais (de que se relevam os da sua condição episcopal), bem assim como outras memórias suas e de familiares… Que pena que ninguém «deite mão a tudo aquilo», antes que o tempo se encarregue de o fazer…

A visita a estas três «casas» culminou com a deposição de um ramo de flores junto do busto de D. António, situado em frente da igreja paroquial, tendo cabido a Manuel Vilas Boas explicitar o significado do gesto.

E, alimentados no espírito, fomos então para a «Casa da Torre». E aqui acaba-se a crónica... A crónica verbal, entenda-se! É que – já todos sabemos disso – « cada imagem vale mais do que mil palavras»… E se cada imagem vale mais do que mil palavras, por que perder mais tempo? Vão todos ao YOUTUBE ( http://youtu.be/gmAt-GUVR9I ), porque as imagens dizem o que foi o convívio e a alegria de todos, com uma referência especial, claro!, para o anfitrião – o Torres – e para a família que, como acima se disse, nos surpreenderam pela quantidade, pela qualidade e pela variedade… O nosso agradecimento e o nosso bem hajam!

Como de costume, a Direção da ARM também esteve presente, nas pessoas do seu presidente, Santos Ponciano, e na do presidente do Conselho Fiscal, Armindo Henriques, que veio com a São. Para eles também os agradecimentos de todos. E até ao ano.

a)José Campinho

Deste encontro não se esqueçam da  Reportagem de José Campinho - Vejam

 

 

 

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2012 - Valadares


Grupo na Palestra de Valadares

 

 

No dia 11 de Novembro, festa de S. Martinho, mais uma vez se encontraram os Armistas do Grande Porto, no seminário da Boa Nova, Valadares, tendo estado presentes Armistas da Feira e de Cucujães, para se reencontrarem e verem novas presenças.- Algumas Imagens.

 

 

 

 

 


 

 


Castelo Branco/Guarda - 24 de Novembro de 2012
Cernache do Bonjardim - 25 de Novembro de 2012



Encontros de 2011


2011 - Barcelos/Braga - Fotos de A. Heniques  e J. Campinho - Ver
2011 - Bragança - Fotos de A. Henriques - Ver
2011 - Guarda/Castelo Branco/ - (Covilhã) Fotos de Armistas - Ver
2011 - Cernache do Bonjardim - Fotos do Vídeo de Adelino Tomé - Ver
2011 - Coimbra - Fotos de Armistas - Ver
2011 - Cucujães - Fotos de António G. Onofre - Ver
2011 - Lisboa - Fotos de A. Henriques - Ver
2011 - Valadares - Fotos de J.A.Pereira - Ver

 

Neste encontro, fomos, a nosso pedido, brindados por uma muito interessante palestra do Prof. Dr. Padre Anselmo Borges, sobre o Último Segredo de José Rodrigues dos Santos. Alguém filmou o acontecimento e lançou no Youtube o seguinte Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=SFwzeQBJajY.

 

 



Encontros de 2010


2010 - Barcelos / Braga - Picar
2010 - Bragança-Vimioso - Picar
2010 - Castelo Branco/Guarda - Picar
2010 - Cernache do Bonjardim - Picar
2010 - Cucujães - Picar
2010 - Lisboa - Picar
2010 - Valadares - Picar

 



Encontros de 2009

2009 - Barcelos - Ver

2009 - Cernache do Bonjardim - Ver

2009 - Guarda - Ver

2009 - Lisboa - Ver

2009 - Valadares - Ver



Encontros de 2008

 

2008 - Coimbra - Picar
2008 - Fundão - Picar
2008 - Lisboa - Picar
2008 - Tomar - Picar
2008 - Valadares - Picar

 

 

 

 

 

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